Data: 1880
Naná
Quando a voluptuosa loira Nana está no palco do teatro de variedades de Paris, todos podem sentir: não tem nem uma faísca de talento. Mas isso não importa, porque tem algo mais... Nana, a menina da cuneta, filha de uma lavandeira, dotada de grandes encantos sensuales, se ergue para se tornar a cortesana mais cotadas da sociedade parisina. Ela se torna o ídolo a cujos pés se jogam os homens. Os banqueiros sacrificam toda a sua fortuna, os aristocratas a sua dignidade, os jovens matam-se por ela. Nana, em sua cobiça e extravagância sem limites, caminha impávida sobre ela, tão bonita quanto uma flor de pântano, símbolo de uma era que morre.
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